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Escritor caxiense disputa prêmio literário infantojuvenil

Volnei Canônica concorre com a obra ‘A pipa e o piá’ ao Prêmio Álvaro Magalhães. Resultado será divulgado no dia 17

Laudir Dutra - Redação Publicado em 8 de abril de 2026 às 21:01
Escritor caxiense disputa prêmio literário infantojuvenil
Fonte: Josmari Pavan - AdriSilva Agência de Conteúdo Foto: Foto: Marina Rech
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O escritor Volnei Canônica, presidente do Instituto Quindim, está entre os finalistas da quarta edição do Prêmio Ibérico de Literatura Infantojuvenil Álvaro Magalhães, um dos principais reconhecimentos internacionais voltados à produção literária para crianças e jovens. O autor concorre com a obra ‘A pipa e o piá’, lançada em 2025, e divide a lista com nomes como Gilberto Gil, Afonso Cruz, Ondjaki e Sandro William Junqueira.

A presença de autores de diferentes países reforça o caráter internacional da premiação, que reúne obras em língua portuguesa e espanhola. O vencedor será anunciado no dia 17 de abril, durante o Festival Onomatopeia, em Valongo, Portugal. A honraria inclui prêmio de oito mil euros para o autor da obra vencedora.

“Sinto-me profundamente honrado e grato por ser finalista de uma premiação tão relevante em âmbito internacional, junto a nomes que são uma inspiração para mim. O prêmio Álvaro evidencia a força da literatura brasileira para as infâncias e juventudes no cenário internacional e amplia a visibilidade de sua produção junto a leitores e especialistas de diferentes países”, ressalta o escritor.

Nesta edição, o prêmio reuniu mais de 100 obras de autores de países como Portugal, Brasil, Angola, Moçambique e Zimbábue. A premiação integra a programação do Festival Onomatopeia – Festival de Literatura Infantojuvenil de Valongo, que chega à sua sétima edição em 2026.

Sobre o livro finalista

Lançado em 2025, ‘A pipa e o piá’, com ilustrações de Daniel Kondo (Editora PeraBook), narra a construção de uma pipa por pai e filho, em uma história que atravessa temas como infância, migração e pertencimento. Ao acompanhar o voo da pipa, o livro constrói uma metáfora sobre conexões que ultrapassam fronteiras, culturas e gerações.

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