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ÍmPares qualifica instituições para atuação especializada junto a pessoas neurodivergentes e atípicas

ÍmPares qualifica instituições para atuação especializada junto a pessoas neurodivergentes e atípicas

Redação Ponto Inicial Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 00:00
ÍmPares qualifica instituições para atuação especializada junto a pessoas neurodivergentes e atípicas
Fonte: www.jornalpontoinicial.com.br Foto: Divulgação
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Censo Escolar 2024 aponta que apenas uma em três escolas de educação básica conta com Atendimento Educacional Especializado, que contempla estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades ou superdotação A inclusão e desenvolvimento de pessoas neurodivergentes e com outras atipias é um dos principais desafios da educação brasileira. Além de políticas que garantam avanços desses alunos, há formação insuficiente para implementar as medidas necessárias e falta de recursos nas instituições. Com o objetivo de contribuir para a mudança desta realidade, está sendo lançada a ÍmPares, empresa dedicada a fortalecer instituições de ensino em todo o país a partir da capacitação e qualificação dos seus profissionais, buscando prepará-los para promover o desenvolvimento integral e inclusivo desses estudantes e dar suporte às suas famílias. O número de matrículas de alunos com transtorno do espectro autista, por exemplo, aumentou 44,4% na educação básica em 2024 em relação ao ano anterior, conforme dados do Censo Escolar 2024. Isso significa um salto de 636.202 para 918.877 crianças – crescimento significativo e importante, que ainda não é acompanhado pela oferta de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Dados do Ministério da Educação mostram que apenas uma em cada três escolas no Brasil conta com espaços e profissionais dedicados para prestar este suporte. A partir da proposta de uma plataforma online com trilhas de formação e conteúdos multidisciplinares, a ÍmPares atua desde o entendimento das atipias até o papel da escola na inclusão, na construção e no desenvolvimento integral do aluno. Além disso, os módulos de estudo também contemplam o bem-estar e a saúde emocional dos profissionais que trabalham nas instituições educacionais e a promoção de um ambiente de acolhimento para as famílias. A ÍmPares tem como sócios-fundadores a presidente do Instituto Melnick e ortodontista, Camila Melnick, a advogada e educadora Caroline Turri e o CTO e especialista em tecnologia André Borba, que reforçam que a legislação caminha no sentido de assegurar os direitos dessas pessoas, mas, na prática, há muitas lacunas a serem preenchidas. “Nosso objetivo vai além do aprendizado. Queremos que instituições e profissionais evoluam e se fortaleçam. São mais de 2,1 milhões de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades ou superdotação hoje nas escolas, e sabemos dos desafios para incluí-los e para adaptar os processos de ensino-aprendizagem neste contexto”, afirma Camila.

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