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Orquestra Municipal, Coro e Companhia de Dança retomam atividades após articulação de Marisol Santos

A construção envolveu diretamente o secretário da Receita Municipal, Micael Meurer, o chefe da Casa Civil, Roneide Dornelles, e o presidente da Câmara Municipal, Wagner Petrini.

Laudir Dutra - Redação Publicado em 12 de agosto de 2026 às 17:31
Orquestra Municipal, Coro e Companhia de Dança retomam atividades após articulação de Marisol Santos
Fonte: Marisol Santos Foto: Fotos: Gabinete Marisol Santos/Divulgação
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A Orquestra Municipal de Sopros, o Coro Municipal e a Companhia Municipal de Dança de Caxias do Sul terão seus trabalhos retomados. A solução prevê a destinação de R$ 750 mil devolvidos pela Câmara Municipal ao Executivo para assegurar a continuidade das atividades dos três corpos artísticos até o final do ano e é resultado de uma articulação conduzida pela vereadora Marisol Santos (PSDB) desde que a paralisação chegou ao seu mandato.

A construção envolveu diretamente o secretário da Receita Municipal, Micael Meurer, o chefe da Casa Civil, Roneide Dornelles, e o presidente da Câmara Municipal, Wagner Petrini. Os cargos estão confirmados nos canais oficiais da Prefeitura e do Legislativo. (Caxias do Sul?)

Na segunda-feira (10/08), Marisol reuniu-se com Micael Meurer e Roneide Dornelles na Prefeitura para avançar na construção financeira e administrativa necessária para a retomada. Paralelamente, manteve o diálogo com Wagner Petrini para viabilizar a participação da Câmara na solução por meio da devolução dos recursos ao Município.

“Desde que essa situação chegou até nós, o nosso compromisso foi encontrar uma saída. Não adiantava apenas lamentar a paralisação. Precisávamos entender onde estava o problema, conversar com quem tinha capacidade de decisão e construir uma solução possível. Foi isso que fizemos com o Micael, o Dornelles e o presidente Petrini, sempre com muito diálogo e disposição para resolver”, afirmou Marisol.

A mobilização começou após artistas, familiares e pessoas ligadas à cultura procurarem o mandato preocupados com a interrupção das atividades. A partir daí, Marisol aproximou os diferentes setores envolvidos, levou a demanda à presidência da Câmara e ao Executivo e passou a acompanhar pessoalmente as tratativas.

O encaminhamento garante R$ 750 mil para a retomada dos pagamentos dos profissionais e para a continuidade da Orquestra Municipal de Sopros, do Coro Municipal e da Companhia Municipal de Dança até o final de 2026.

“Esse resultado mostra a importância da articulação política quando ela é usada para resolver problemas. Havia uma situação concreta, que atingia profissionais, famílias e toda a comunidade cultural. Em vez de ficarmos apontando responsabilidades, colocamos as pessoas certas na mesma construção e buscamos uma alternativa que pudesse funcionar”, destacou a vereadora.

A atuação de Marisol na pauta começou ainda durante os primeiros debates sobre a paralisação. Na ocasião, ela defendeu publicamente que a Câmara pudesse antecipar parte dos recursos que normalmente retorna ao Executivo, indicando a aplicação do valor na continuidade dos corpos artísticos. A experiência já havia sido utilizada em 2024, quando, durante sua presidência no Legislativo, houve antecipação de recursos da Câmara à Prefeitura diante da emergência provocada pelas enchentes.

Para a vereadora, além de preservar o trabalho dos artistas, a solução garante a continuidade de estruturas culturais que fazem parte da identidade de Caxias do Sul.

“Cultura também é serviço público. A Orquestra, o Coro e a Companhia de Dança formam pessoas, revelam talentos, levam arte à comunidade e carregam o nome de Caxias. O mais importante agora é saber que esses profissionais poderão voltar ao trabalho e que a cidade continuará contando com os seus corpos artísticos”, afirmou.

Marisol destacou ainda que o resultado traduz a forma como procura conduzir o mandato, com escuta, articulação e capacidade de transformar demandas em encaminhamentos concretos.

“Política precisa servir para resolver. Muitas vezes, uma demanda chega até nós sem uma resposta pronta. O nosso papel é ouvir, entender o problema, encontrar quem pode ajudar e insistir até construir um caminho. Foi assim neste caso e é dessa forma que acredito que o mandato precisa funcionar”, concluiu Marisol.

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