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Os jovens neuro divergentes querem (e precisam) trabalhar. Basta que as empresas olhem para eles

Os jovens neuro divergentes querem (e precisam) trabalhar. Basta que as empresas olhem para eles

Redação Ponto Inicial Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 00:00
Os jovens neuro divergentes querem (e precisam) trabalhar. Basta que as empresas olhem para eles
Fonte: www.jornalpontoinicial.com.br Foto: Divulgação
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O evento Conexão COG Autismo e Arte celebrou inclusão e diversidade com cultura e saúde. E falou dos desafios dos jovens com Transtorno do Espectro Autista. Exposição de obras de artistas autistas segue até 30 de outubro, no Shopping Flamingo (Alphaville, SP) Uma em cada 38 crianças tem Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil. Segundo o Censo Demográfico de 2022 do IBGE, 1,2% da população foi diagnosticada com autismo. Em números: 2,4 milhões de jovens.  Os dados, que são expressivos, trazem consigo diversos desafios para os jovens e suas famílias. Um, em especial, foi discutido com intensidade no evento Conexão COG Autismo e Arte, promovido pela COG Life Arts, em Alphaville, nos dias 3 e 4 de outubro: o mercado de trabalho. Mas não somente este: a inclusão e a diversidade foram temas recorrentes no evento. Durante a pandemia, Flavia Gusmão criou o Instituto COG Life Arts com o objetivo de valorização dos jovens atípicos. Ela abriu um espaço on-line para comercializar camisetas com artes de artistas autistas. Em pouco tempo, mais de 60 jovens passaram a usar a plataforma. “Conexão COG Autismo e Arte é mais um passo para valorização dos jovens com TEA, reforçando que esse tema merece muita atenção e os jovens precisam de espaço para mostrar o que são capazes de fazer. Eles têm competência sim”, ressalta Flavia.

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