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Série documental “7 Dias da Semana” aborda a presença trans no mercado de trabalho

Série documental “7 Dias da Semana” aborda a presença trans no mercado de trabalho

Redação Ponto Inicial Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 00:00
Série documental “7 Dias da Semana” aborda a presença trans no mercado de trabalho
Fonte: www.jornalpontoinicial.com.br Foto: Divulgação
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Contemplado pelo Financiarte, o projeto audiovisual será lançado dia 25 em Caxias do Sul  Refletindo sobre a presença e a contribuição de pessoas trans na arte, na economia e na cultura da região, o projeto “7 Dias da Semana” promove o lançamento de sua série documental. O evento será realizado na terça-feira, dia 25 de novembro, às 20h, na Sala de Cinema Ulysses Geremia, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho, com exibição gratuita de todos os sete episódios. A partir dessa data, os vídeos também estarão disponíveis no canal do YouTube do projeto (https://www.youtube.com/@7dias.dasemana)  e no instagram @7dias.dasemana (https://www.instagram.com/7dias.dasemana/). Idealizado pela artista visual Guigo Dedecek, o trabalho reúne sete minidocumentários que retratam as rotinas, profissões e sonhos de sete pessoas trans: Bernardo Dal Pubel (tatuador e fotógrafo), Cleo Araujo (Bacharel em direito, primeira vereadora trans de Caxias do Sul), Maria Lilith (bailarina e arte-educadora), Marina Luisa (artista visual), Meri Moreira (profissional da beleza e cuidados pessoais), Naomi (DJ e cantora) e Ayan Femme Scherer (atriz, comediante e passista de samba). “O nome ficou ecoando na minha cabeça: onde estão esses corpos trans nos sete dias da semana? Quem são eles nesses sete dias? A ideia foi mostrar justamente isso: que pessoas trans estão em todos os lugares, em todos os dias”, explica Guigo. A escolha dos participantes também reflete um olhar pessoal da artista sobre o entorno. “Eu comecei a perceber mais pessoas trans em espaços que antes eu não via. E fiquei me perguntando: será que estou vendo mais porque estou dentro da minha bolha, ou será que isso está realmente acontecendo? Então, em vez de só me questionar, resolvi fazer algo sobre isso”, explica. Cada episódio, com duração de três a cinco minutos, foi gravado no ambiente escolhido pelos próprios entrevistados, evidenciando suas realidades e trajetórias de forma autêntica. “Mesmo sendo histórias bem diferentes entre si, há muito em comum nas vivências trans. Pensamentos, desafios e formas de ver o mundo que se cruzam, e isso é muito bonito de perceber”, comenta a artista.

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