Chocantes as cenas de um segurança dando uma 'mãozinha' para uma produtora cultural na capital do RS. E como se não bastasse a sua fúria de cão, ainda desferiu um chute no rosto da menina, mesmo estando ela fora de ação e não resistindo em momento algum. Esse caso deve ser investigado e tratado com o devido rigor pelas autoridades.
Mas não pensem vocês que isso não acontece a todo instante aqui mesmo na nossa aldeia, onde são contratados os serviços de segurança que praticamente ficam de 'dono' da situação, agindo como bem entendem sem que o contratante faça qualquer coisa para tirar a autoridade dessa gente.
Hoje em dia as pessoas não têm mais direito a nada, devem ficar quietos, não reclamar e ficar à mercê da truculência de gente mal preparada que se intitula 'segurança' e as empresas e instituições coniventes e omissas, preferindo lavar as mãos e deixando o baile seguir à bel prazer de quem tem o 'poder' de conduzir à sua maneira.
Terceirizar poderes e autoridades é bem mais cômodo e confortável do que simplesmente direcionar e ter o controle da situação nas mãos e infelizmente as empresas e instituições não têm discernimento e o cuidado na hora de contratar. Uma coisa é você falar com o 'chefe', aquele que assina o contrato, outra coisa são as pessoas que ele vai 'regimentar' para prestar o serviço.
Botar o dedo na cara, chamar de 'negão', ameaçar de 'quebrar', revistar indevidamente é o mínimo.
Situação de risco - A própria BM leva 2 anos para colocar um policial nas ruas, com preparo adequado, passo a passo que leva tempo para serem assimilados, por isso que todo cuidado deve ser tomado para evitar intercorrência dessa natureza que o Brasil todo assiste hoje.
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