Enquanto o agronegócio brasileiro amplia a adoção de tecnologias digitais, automação e inteligência artificial, a inovação também depende de outro fator essencial: pessoas capazes de transformar desafios em novas soluções. Na AGCO, esse processo faz parte da rotina da engenharia e ganhou um incentivo adicional com o programa Inova AGCO, iniciativa que estimula colaboradores a desenvolverem ideias que possam evoluir para novos produtos ou processos.
Um dos diferenciais do programa é a utilização de dinâmicas de jogos para incentivar a participação dos colaboradores. Aberto aos profissionais da engenharia da companhia, a iniciativa promove um ambiente colaborativo em que qualquer profissional da área pode apresentar uma proposta individualmente ou formar equipes multidisciplinares de até quatro integrantes. As ideias passam por avaliação técnica e jurídica e, quando apresentam potencial de inovação, podem seguir para o processo de registro de patente.
Segundo Fabricio Natal, vice-presidente global de Engenharia da AGCO, criar um ambiente favorável à inovação é tão importante quanto investir em pesquisa e desenvolvimento. "A inovação depende de pessoas que observam os desafios do dia a dia, propõem soluções e trabalham de forma colaborativa para transformá-las em realidade. O programa foi criado justamente para estimular essa cultura."
Ao final de cada ciclo, os participantes concorrem a premiações e têm suas contribuições reconhecidas internamente. "O objetivo é estimular uma competição de boas ideias. No ciclo mais recente, aproximadamente 70 soluções foram apresentadas", afirma Natal.
Colaboração entre diferentes especialidades
Grande parte das soluções nasce da integração entre profissionais de diferentes áreas da engenharia. Projetos podem reunir especialistas em engenharia mecânica, eletrônica, software, automação e agricultura de precisão, permitindo que diferentes competências contribuam para resolver um mesmo desafio.
Essa diversidade técnica reflete a própria evolução das máquinas agrícolas, que passaram a incorporar sensores, conectividade, sistemas eletrônicos e recursos digitais cada vez mais sofisticados. "Hoje dificilmente uma inovação depende apenas de uma disciplina. Os desafios do campo exigem soluções integradas, e isso faz com que diferentes especialidades trabalhem juntas desde o início do desenvolvimento", explica Natal.
Embora muitas das tecnologias desenvolvidas pela AGCO cheguem ao mercado em tratores, colheitadeiras, pulverizadores ou plantadeiras, o processo de inovação começa muito antes do lançamento comercial.
As ideias geradas no Inova AGCO podem servir como ponto de partida para pesquisas, estudos de viabilidade e projetos de desenvolvimento que, posteriormente, passam por testes laboratoriais, validações em campo e etapas de industrialização. Dependendo da complexidade da solução, esse processo pode levar de dois a quatro anos até chegar ao produtor rural.
De acordo com o executivo, essa construção contínua da inovação é um dos fatores que ajudam a manter a competitividade da empresa. “Nossa estratégia coloca o produtor no centro de todas as decisões. Desenvolvemos soluções para resolver desafios reais do agricultor. Para alcançar esse objetivo, buscamos criar um ambiente em que as pessoas tenham liberdade para experimentar, propor novas ideias, colaborar entre si e transformar esse conhecimento em inovação", afirma.
Sobre a AGCO
A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.
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