Em
19 de julho de 2022, foi publicado neste conceituado Jornal Ponto Inicial, o
artigo: “Imigração Italiana: a trajetória da família Cappelletti, na antiga
colônia Dona Isabel, hoje Bento Gonçalves, RS”.
Agora,
publicamos o artigo com informações atualizadas sobre a história e a genealogia
da família de Ivonete Cecilia Capelletti Scapin, complementando a trajetória
com a genealogia de sua família.
Neste
relato abordamos um aspecto da imigração italiana, descrevendo a chegada da família Cappelletti e Scapin ao Brasil e,
posteriormente à serra gaúcha, na antiga Colônia Dona Isabel, atual Bento Gonçalves- RS.
As
memórias e informações da família Cappelletti foram gentilmente cedidas
pela descendente italiana, Ivonete Cecília (Cappelletti) Scapin, trineta de
Carlo Cappelletti
e Giovanna Codeco. E também trineta de Giuseppe Scapin e Anna Maria Scapin. Ivonete possui a cidadania italiana.
A
pesquisa de documentos foi realizada em livros e sites específicos da imigração
italiana. Agradecimento especial a Ari Caberlon, pela contribuição para o
desenvolvimento deste trabalho. Este
estudo foi complementado com a obra de Leonir Razador intitulado “Povoadores e
História de Monte Belo do Sul: de Zamith a Monte Belo do Sul”, publicado pela
EST edições, Porto Alegre-RS, no ano de 2019.
Por oportuno, é interessante e entusiasmante conhecer as origens dos
imigrantes italianos, seus hábitos, suas expectativas, imaginar as dificuldades
enfrentadas desde as despedidas de sua terra natal, a longa e penosa travessia
do Atlântico, as decepções aos locais que lhes foram destinados, por nada
existir e tudo por fazer. Enfim, decidiram emigrar de um País que não lhes dava
o necessário amparo a outro, que muito prometeu e não cumpriu. Apesar de tudo,
venceram todas as dificuldades, como se observa neste relato da Família Cappelletti
Scapin.
O pioneiro imigrante italiano, Arcangelo
Cappelletti (*19-03-1862), filho de Carlo Cappelletti e Giovanna
Codeco, veio de Fossalta Maggiore, aldeia na comuna
de Chiarano, província de
Treviso, região do Vêneto, Itália.
Ele chegou ao Brasil através do porto do Rio de
Janeiro, em
torno de 1880, e fixou
residência na serra gaúcha, Linha Alcantara, lotes 8 e 9,
na antiga colônia Dona Isabel, hoje, Bento Gonçalves- RS.
E
casou-se em 21-02-1881, com Antonia Pasquali (* 09-02-1859),
filha de Domenico Pasquali e Angela Morandin, originários de Mansué, província de Treviso, comuna
italiana da região do Vêneto.
Tiveram
os filhos: Carlos (*1882), Catharina (*1885), Anna (*1890), Santa
(*1893), Guerino
(*1894) e Enriqueta (*1898).
Arcangelo
Cappelletti, decidiu emigrar da Itália por falta de perspectivas à sua família,
pois havia muita miséria, falta de trabalho e sem esperança de uma vida melhor,
pois se consideravam quase como escravos, visto que sua produção era
insuficiente à manutenção da família. Aliado à promessa do governo brasileiro
de encontrar terras produtivas para o trabalho e sustento da família e em busca
de liberdade. Contudo, encontraram somente mato, dificuldade de locomoção, nada
pronto, tudo por fazer. Não havia a abundância prometida pelo poder político.
Enfrentaram as dificuldades com coragem, trabalho e fé. E foram
persistentes. E venceram.
Nos
relatos dos descendentes, observa-se a riqueza de
conhecimentos dos primeiros imigrantes, que utilizaram todas as habilidades
para colonizar a terra, formar suas famílias e manter seus costumes. E deixaram a terra produtiva
para as próximas gerações.
Domiciliados
em Bento Gonçalves, RS, alguns de seus descendentes permanecem na antiga
colônia Dona Isabel. Outros, transmigraram para outros munícipios, como, Caxias
do Sul e Cotiporã, RS.
De
profissão agricultores, nos primeiros anos no Brasil, trabalhavam apenas
para o sustento da casa. Os instrumentos utilizados ou fabricados pelos
antepassados foram para o trabalho diário, dentre eles, enxada e a foice.
Eram
pessoas amáveis e gentis, com empenho e dedicação para fazer a terra produzir e prosperar. Valorizavam a
vida em comunidade, trocavam alimentos com outros colonos vizinhos, para a
nutrição necessária, dentro de suas possiblidades.
Com
o passar dos anos, os descendentes de Carlo Cappelletti, passaram a cultivar a
uva e a vender seus produtos. Na terra plantavam hortaliças e vendiam para o
CEASA (Centrais
Estaduais de Abastecimento) de Porto Alegre. Cultivavam ameixa amarela. Levavam de
Kombi e não havia asfalto, utilizavam a kombi, como meio de
transporte. Relata a filha Ivonete Cecília
(Cappelletti) Scapin, que, para complementar a renda familiar, a alternativa
foi o pai Mario Adelino Scapin ser caminhoneiro, pois herdaram o espírito de persistência, os costumes
e a confiança e fé, ensinamentos trazidos da Itália pelo pioneiro.
Nunca
faltou comida à mesa. A família tinha o suficiente, não era rica, nem pobre. O
alimento consumido era a polenta, a galinha, o arroz, o feijão e a sopa. A
família era numerosa e todo alimento era muito comedido. O queijo a mãe
fazia. Ela economizava e dizia: “amanhã é um novo dia”. O milho
e o trigo foram os alimentos essenciais na vida dos antepassados. Na culinária italiana, o que perpassou
de geração em geração, foi a polenta, queijo e radite.
Importante
lembrar que, na gastronomia italiana, a polenta, permanece como a essência da
imigração italiana. No mês de maio, todos os anos, ocorre o Festival da Polenta
em vários municípios da serra gaúcha.
“O
filo-(filó), encontros de famílias à noite, onde se trocavam ideias
sobre a realidade local, a saudade da distante Itália, era feito entre os
vizinhos. A tia Stela vinda da Itália, casada com Santo Cappelletti, nos filós
fazia drêssa, trança de palha de trigo, milho (pl. drêsse).” recorda Ivonete, trineta de Carlo Cappelletti e
Giovanna Codeco.
Os
pais de Ivonete, Imelina Ângela Cappelletti e Mario Adelino Scapin, compravam uma vez por semana
no armazém. Não havia geladeira. Penduravam alguns produtos ao lado de fora da
janela. Quando tinham dinheiro, compravam à vista. Ou à caderneta (crédito) para pagar no final do mês.
A
cooperação era a principal forma de organização, mesmo anos depois, ainda permanece vivo
tal costume entre os membros das famílias. Muitos imigrantes passaram
dificuldades no sustento dos filhos, mas os vizinhos ajudavam. Cediam terras,
trocavam favores também, como exemplo,
auxiliavam na troca de serviço. A mãe fazia a comida, doava sopa quando sabia
que outros não tinham em casa alimentos.
Relata
Ivonete: “O papel da mulher sempre foi essencial, porque precisavam
conservar os alimentos e dosar as quantidades para ter durante o tempo
necessário. As mulheres auxiliavam na lavoura. Eu ajudava a mãe a trabalhar,
levava a vaca para pastar, pois não havia potreiros. Era a cultura, as mulheres
trabalhavam na colônia e nos afazeres domésticos. Os animais eram também
cuidados por mulheres, pois o leite e os ovos colhidos eram utilizados no
preparo dos alimentos”.
“A
mãe Imelina e os demais familiares diziam que
a mesa ficava lotada nas quartas-feiras santas e sextas-feiras santas.
Compravam um pedacinho de bacalhau e faziam com muita batata
para render, massa temperada com sardinha. Foram datas marcantes”.
“Nas
refeições era sagrado, a família se reunia, todos sentados à mesa. A oração
antes da refeição para agradecer. Havia respeito. A mulher também organizava o
enxoval, as roupas e as peças para o uso doméstico, que eram bordadas. Ficaram
na memória e a tradição seguiu. Os enxovais, fizeram parte das tradições da família,
a mãe que bordava e costurava. E as toalhas de vagonite era para o uso
diário. Os panos eram vendidos para a
cantina. Os artesanatos eram feitos, mas não para vender”.
“O dialeto italiano, era ensinado às gerações,
através da música, enquanto fazíamos as tarefas. Teve época em que era feio
falar em italiano. Eu falava em italiano com os nonnos na imobiliária
que trabalhei”, fato que marcou a história de Ivonete, que acrescenta, que o
legado dos imigrantes italianos era contado de pais
para os filhos e netos: “Preservar, cultivar, manter vivo os ensinamentos básicos."
A
fé e a religiosidade marcaram sua vida e familiares. Foi a maneira que eles
encontravam, foi um ponto de equilíbrio. Foi o elo para manter a união,
objetivo e foco. Os valores estão atrelados a fé.
A
igreja que seus familiares frequentaram desde a infância, foi
a Paróquia São Francisco de Assis, em Monte Belo do Sul, posteriormente a
Paróquia Santo Antônio, em Bento Gonçalves-RS. Todos os familiares são devotos
de Santo
Antônio. A origem da fé e da religiosidade foi trazida da Itália pelos nossos
avós.

Em homenagem à
Família Cappelletti Scapin, sempre devota de Santo Antonio, postamos foto da
Basílica de Pádua, província vizinha de Treviso, onde se localiza Fossalta
Magiore.

E, ao lado, a
linda Igreja de Monte Belo do Sul, dedicada a São Francisco de Assis, onde seus
descendentes muito a frequentaram.
O terço era rezado todas
as noites. Usávamos a mastela-(mastéla), tina pequena usada para lavar os pés (pl.mastéle). Para ir à
missa não tinha “tempo ruim”, para os antepassados.
Mario
Adelino Scapin, participou da construção da Igreja de Monte Belo, a Igreja São
Francisco de Assis. Também participou de um conserto significativo na mesma igreja. O padre
Ferlin buscou ajuda, e a comunidade auxiliou doando galinha, ovos, farinha e
mão de obra. O que arrecadavam sempre foi revertido para construção e reforma
da igreja.
A
descendente de italianos, Ivonete, frequentou a escola, desde o período da
Catequese. Escola de freira, inclusive no período contrário às aulas, havia oficina de
bordado. E seu irmão, Francisco, aprendeu a arte da
pintura. A trineta de Carlo Cappelletti, cursou o Ensino Médio na Escola
Mestre Santa Barbara. Nas escolas, as mulheres aprendiam a bordar. Inclusive no período
contrário às aulas, havia oficina de
bordado, e os homens algumas técnicas.
Professores que
marcaram sua trajetória na escola, foi a irmã Leonora, que ensinava música. “Ela
me convidou para fazer parte da leitura na igreja. Enfrentei o microfone com a
leitura e cantos”. Atualmente Ivonete trabalha na organização das missas e
coral na Igreja Santo Antônio, no Bairro Centro de Bento Gonçalves, RS.
Brincavam
de “Amarelinha” e “Cinco Marias”. A mãe fazia cinco saquinhos com
areia, enquanto o pai fazia o carrinho de lomba, para descermos uma lomba que
tinha ali
perto de casa. Era uma alegria imensa da gurizada.
O
esporte, o
encontro no salão, aos finais de semana para jogarem bocha e cartas. O esporte
era permitido somente para os homens. Era o passatempo predileto do povo
Genealogia da família Cappelletti
Primeira geração: Carlo Cappelletti e Giovanna Codeco, originário de Fossalta Maggiore,
aldeia na comuna de Chiarano, província de Treviso, região do Vêneto, Itália.
Segunda geração: Arcangelo Guiseppe Capppelletti (*19-03-1862, +26-09-1921)
casado com Antonia Pasquali (* 09-02-1859). Casaram-se em 09-02-1859. Ela filha
de Domenico Pasquali e Angela Morandin, natural de Mansué, comuna
italiana da região do Vêneto, província de Treviso. Tiveram os filhos: Carlos Cappelletti (*1882); Catharina Cappelletti (*1885);
Anna Cappelletti (*1890); Santa Cappelletti (*1892); Guerino Cappelletti
(*1893); Enriqueta
Cappelletti (*1898).
Terceira geração: Guerino
Cappelletti (*09-04-1893, +16-10-1951) casado com Rachele Martinelli (*24-07-1892,
+18-07-1979), em 01-02-1913. Tiveram os filhos: Santo Emmanuel Cappelletti,
Ester Luiza Cappelletti, Imelina Angela Cappelletti, Iolanda Itália
Cappelletti, Antônio Cappelletti, Graziosa Cappelletti, Ires Cappelletti,
Leda Mercedes Luiza Cappelletti.

1945. Imelina Ângela Cappelletti e o esposo Mario Adelino Scapin
Quarta geração: Imelina Ângela Cappelletti Scapin (*24-04-1918, +30-11-2008),
casada com Mário Adelino Scapin. (* 04-12-1922, + 22-04-2000), em 29-08-1942, em Monte
Belo (atual Monte Belo do Sul). Tiveram os filhos: Ivonete
Cecília Cappelletti Scapin, Léa Mercedes Cappelletti Scapin, Nilva Rosa Cappelletti Scapin (faleceu aos três anos),
Nilva Rosa Cappelletti, Iracema Cappelletti Scapin, Francisco José Cappelletti
Scapin, Lucilene Cappelletti Scapin.
Os irmãos de Imelina Ângela Cappelletti:
Santo Emmanuel Cappelletti (*26-03-1914,+16-06-1988)
casado com Rosa Stela Gabriel, em 20-03-1937; Esther Luiza Cappelletti Megiolaro
(*20-06-1915,+12-02-1989), casada com Domingo Megiolaro em 23-10-1937; Iolanda
Itália Cappelletti Perin, casada com Ernesto Perin ; Antonio Cappelletti, casado com Gema Treis; Graziosa Cappelletti
Mejolaro casada com Ricardo Mejoralo ;Ires Cappelletti Bettinelli, casada com Zeferino Bettinelli; Leda Mercedes Luiza Cappelletti Cecconi casada
com Delmiro Cecconi.

Década de 1950: Família Cappelletti. Da direita à esquerda: Santo Emmanuel Cappelletti, Esther Luíza
Cappelletti, Iolanda Itália Cappelletti, Imelina Ângela Cappelletti Scapin,
Ires Cappelletti. Parte de baixo: Antonio Cappelletti, nonno Guerino
Cappelletti, Leda Mercedes Luiza Cappelleti, nonna Rachele
Martinelli Cappelletti, Graziosa Cappelletti
Quinta geração: Léa
Mercedes Cappelletti Scapin (*18-10-1943), casada com Francisco Fiorante Felix
(* 21-02-1940). Casaram em 06-06-1964. Tiveram os filhos: Marta Helena e Oscar
Francisco; Nilva Rosa Cappelletti Scapin (*07-08-1945, +23-10-1948),
faleceu aos três anos); Nilva Rosa Cappelletti
Scapin (*21-02-1949) casada com Alcides
Longhi (*04-03-1945). Casaram em 29-07-1967.Tiveram os filhos: Clairto e
Renata; Francisco José Cappelletti Scapin (*04-09-1951), casado com Gilda
Cristofoli (*10-10-1955). Casaram em 05-11-1977. Tiveram os filhos:
Juliana e Diego; Iracema Cappelletti Scapin (*10-01-1954, +26-02-2014),
casada com Dirceu João Milani (*10-01-1954). Casaram em 09-02-1980.Tiveram
os filhos: Leticia e Sabrina; Lucilene Cappelletti Scapin (*08-06-1957),
casada com José Lírio Panizzi (*14-07-1947). Casaram em 24-01-1976.
Tiveram os filhos: Daniel e Franciele; Ivonete Cecília Cappelletti Scapin
(*30-12-1961), casada com Alexandre Paim de Abreu (*15-01-1964). Casaram em
24-08-2018.
Sexta, sétima e oitava geração: Marta
Helena Felix (*02-04-1965) casada com
Antônio Marczinski (*13-09-1960). Casaram em 07-12-1985.Tiveram a filha
Josiane Félix Marczinski (*19-06-1988), casada com Newmar Bettoni
(*09-09-1983), em 20-03-2010. Tiveram as filhas Gabriela e Rafaela
Marczinski (*27-11-2014, +27-11-2014, nasceram mortas) e Manuela Alice Bettoni
(*19-04-2016); Oscar Francisco Felix (*29-08-1966) casado com Marilena Beal
(*16-09-1966). Casaram em 27-11-1993. Tiveram os filhos: Francesca
Beal Felix (*15-06-1995) e Guilherme Beal Felix (*21-07-1997); Clairto Longhi
(*18-09-1969, +16-11-1992); Renata Longhi (*15-02-1985), teve a filha
Gabriela Longhi Ribeiro (*20-06-2011); Juliana Cristofoli
Scapin (*07-09-1980), casada com Abílio Coelho (*21-03-1982). Casaram em 24-09-2016; Diego Cristofoli
Scapin (*25-10-1984); Letícia Scapin Milan (*29-05-1984), casada
com Anderson Bordignon (*21-12-1990). Casaram em 09-03-2018. Tiveram o
filho Benjamin Milani Bordignon (*02-06-2016); Sabrina Scapin Milani (*15-03-1990)
casada com Igor Zardo (*17-10-1989). Casaram em 13-02-2015; Daniel
Panizzi (*19-051981), casado com Fábia Dreher Giovannini
(*08-05-1978). Casaram em 19-04-2004. Tiveram os filhos Carolina Giovannini
Panizzi (*11-09-2004) e Lucas Giovannini Panizzi (*13-03-2019); Franciele
Panizzi (*30-05-1983).
Genealogia da
família Scapin
Primeira geração: Giuseppe
Scapin, casado com Anna Maria Scapin
Segunda
geração: Giacomo (Jacob) Scapin (*17-12-1852, Torrebelvicino, Itália. Batizado
em 18-12-1852, em Torrebelvicino, Itália). Casado com Luigia Maria
Fabris (*1853). Data do matrimonio: 27-06-1875, em Valli Del Pasubio
(VI), Itália). Ele residiu em Garibalde-RS.
Terceira geração:
Jacob Scapin (*07-11-1888, +30-01-1952, Faria Lemos- RS),
casado com Lucia Gelain (*02-01-1891, natural da Itália),
residente no terceiro distrito de Alfredo Chaves -RS). Ela filha de Santo
Gelain (*1854, Itália) e Veronica Bergamin (*1857), residentes em Caxias do
Sul-RS. Data do casamento, 12-05-1924, no terceiro
distrito de Alfredo Chaves- RS. Testemunhas do matrimonio Caetano Caobelli e
Antonio Gabrielli. No Registro de Casamento, consta que os nubentes declararam terem
oito filhos antes do casamento:
1)Alberico Scapin, com 13 anos, 2) Victório Scapin,
com doze anos, 3) Iolanda Scapin, com 10 anos ,4) Guerino Scapin, com 9 anos,
5) Angelina Scapin, com sete anos,6) Nahyr Scapin, com 6 anos, 7) Armando
Scapin, com quatro anos e Mario Adelino Scapin, com dois
anos. Após o matrimonio, tiveram os filhos: 9) Luiz Frederico Primo Scapin, 10)
Antônio Scapin, 11) Nelson Scapin e 12) Danilo Umberto Scapin.
Quarta geração: Mário Adelino Scapin (*04-12-1922,
+ 22-04-2000), casou-se em 29-08-1942 com Imelina Ângela Cappelletti
(*24-04-1918, +30-11-2008). Tiveram os filhos: Léia Scapin, Nilva Scapin
(falecida aos três anos), Nilva Scapin, Francisco Scapin, Iracema Scapin,
Lucilene Scapin, Ivonete Cecília Scapin.

Década de 1950: Família
Scapin. De pé, da direita à
esquerda: Mário Adelino Scapin, Vitório Scapin, Albérico Scapin, Hyolanda
Libera Scapin, Nahyr Scapin, Angelina Scapin, Luiz Federico Scapin, Antonio
Scapin. Sentados: Nelson Primo Scapin, nonno Jacob
Scapin, nonna Lúcia Gelain Scapin, Danillo Humberto Scapin.

Década de 1940. Em Porto Alegre- RS. Reunião para
solicitar a luz em Monte Belo, atual, município de Monte Belo do Sul, RS. Da
direita para a esquerda: Aclídio de Marco, Mário Adelino Scapin, Presidente
Getúlio Vargas, Ciro Canossa.
51 98325 5359
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