Hoje quero voltar para o passado sozinho,
Sem clichês, sem meias palavras, sem nada,
Apenas contemplando o tempo que passa
Que dita as regras do meu destino e eleva
A minha percepção daquilo que procuro…
Não tenho mais desculpas, sem culpa, sem dó
A vida me deu um nó e fiquei exatamente ali
Inerte de frente para o destino, como menino
Que perdeu seu brinquedo favorito de propósito…
A menina fala de um jeito que não entendo, gÃrias.
Gira a minha cabeça, me força a viver desprotegido
Ungido apenas pela força que faço para buscar
Todas as coisas, que na pressa, não pude pegar…
Acho que a minha dignidade escapou entre os dedos
Segredos que agora posso contar, pra que guardar
Se no auge da eterna loucura, desfilei equÃvocos,
Causei espanto, desfilei inquietude e derramei pranto…
Lá estava aquela vontade louca de gritar teu nome.
Homem, vá em busca daquilo que te acalma, a alma
Não vai sair do corpo, ela apenas te diz que infeliz
Mesmo é o que não arrisca, que fica na espreita
Esperando que os outros façam e pegam o melhor,
Até mesmo aquilo que, por merecimento é seu…
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