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Brasil passivo e complacente perde e está fora da Copa do Mundo 2026

Comandados de Ancelotti não tiveram a mesma vontade de jogos anteriores e foram eliminados para a Noruega

Laudir Dutra - Redação Publicado em 5 de julho de 2026 às 21:58
Brasil passivo e complacente perde e está fora da Copa do Mundo 2026
Fonte: Da Redação Foto: Ancelotti viu a passividade dos seus comandados Foto Rafael Ribeiro CBF
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Não deu mais uma vez, mas não precisava ser o pior resultado dos últimos 36 anos, o Brasil nunca havia dado adeus à Copa antes de se classificar para as quartas de finais, e por incrível que pareça, aconteceu.
Brasil passivo e complacente perde e está fora da Copa do Mundo 2026
Faltou o brilho de Vini Jr no ataque

Não existem argumentos maiores do que dois no jogo de hoje, a seleção brasileira simplesmente assitiu os noruegueses tocando a bola troteando em campo, jamais se sentiram realmente ameaçados, tirando um ou outro lampejo dos brasileiros e onde eles se defendiam com tranquilidade e muita calma, apesar de terem uma defesa fraca.

Os nórdicos tieram um gol anulado logo aos 3 minutos de jogo sendo marcado impedimento pelo árbitro americano e em seguidinha o Brasil teve uma penalidade a seu favor e Bruno Guimarães desperdiçou, com uma defesa do goleiro, mas que também contou com uma batida ruim do camisa 8.

Na segunda etapa seguiria assim, o mesmo jogo ds duas equipes, sem nenhuma mudança de atitude do Brasil, o que deixou mais confiante os noruegueses, que sentindo que dava pra arriscar, aos poucos achando os espaços. Foram mortais, aos 35 minutos, bola na área, um descuido e o cara mais perigoso, Haaland pulou mais alto, ganhou da defesa e cabeceou inapelável para as redes.
O Brasil ainda deu uma ou duas escapadas sem muito perigo, aliás, a única bola perigosa foi do zagueiro da Noruega que cabeceou contra o próprio gol para o goleiro Nyland efetuar um milagre.

Mas não era o dia da seleção brasileira, os norueguese continuvam tocando a bola e o Brasil assistindo e numa dessas trocas de passe,  depois de uma bola passada para Haaland, esse teve tempo de dominar e chutar forte, a bola passou entre as pernas do zagueiro Bruno Magalhães e morreu no canto esquerdo de Alisson que nada pode fazer. 2x0. Ainda, quando o jogo parecia que ia acabar assim, o árbitro viu pênalti em Casemiro dentro da área. Neymar cobrou e ficou assim, Brasil eliminado 1, Noruega 2.

Lições que ficaram

Pensar melhor na elaboração da lista para 2030 deve ser uma prioridade, começamos com 26 atletas e terminamos com 24 pela impossibilidade de contar com os lesionados.

O treinador queimou a regra quando escolheu levar Neymar para a copa sabendo que ele não poderia ajudar em quase nada, se tivesse ido, mesmo sem ser o mesmo de 10 anos atrás, mas sem lesão, talvez pudesse representar algum perigo para os adversários. No jogo deste domingo tiraram até sarro dele, que quase recebeu um cartão vermelho por entrada violenta no adversário. Ele já vem fazendo essas trapalhadas aqui no Brasil, pois volta e meia é filmado batendo boca com torcedores, reclamando do juíz, das trocas dos trenadores do seu time, o Santos e dos seus marcadores. O indicativo de que estragaria o grupo talvez tenha acontecido, pois um jogaodr que ja foi um dos melhores do mundo não se conformaria ficar no banco de reservas. Isso deixa uma pergunta no ar: - Será que Carlo Ancelotti o convocou pela pressão e loby e não quis enrar num embate que sabia não ser o melhor caminho?

Mas o treinador terá um tempo agora para convocar de acordo com o seu conhecimento, com suas convicções e sem pressão e levar a Seleção Brasileira novamente a ser respeitada no cenário mundial.

Ficha técnica

Data/Hora: 5/7/2026, às 17h (de Brasília)
Árbitro: Imail Elfath (EUA)
Assistentes: Corey Parker e Kyle Atkins (EUA)
Cartões amarelos: Neymar (BRA)
Gols: Haaland, 34'/2ºT (0-1), 44'/2ºT (0-2); Neymar, 55/2ºT (1-2)

Brasil: Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Martinelli (Danilo Santos) e Matheus Cunha (Endrick); Vini Jr. e Rayan (Neymar). Técnico: Carlo Ancelotti.

Noruega: Nyland, Ryerson, Ajer, Moller Wolfe e Heggen; Berg, Berge e Odegaard; Sorloth (Oscar Bobb), Nusa (Schejderup) e Haaland. Técnico: Stale Solbakken

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